ODE A IVILMAR MATHEUS

(Extensível a Lidiane Nobre Dussantus e Luiz Carlos Dussantus). Chegaste, não como promessa, mas como bênção. Foste aguardado, guardado, querido, Cantado em poesia e prece. Num cenário de renovada alegria, chegaste Ivilmar, No palco da vida sob os aplausos de anjos. Sim, Ivilmar Matheus: anjos de luz te aplaudem. Sua presença de vida é um licor A molhar-nos os lábios E a colher no chão de noss'almas a alegria de ter-te Conosco, em nós, em luz e vida. Fruto do amor cúmplice de Lili e Luiz, Tu és como o cantar do mais raro pássaro, Em tom maior, numa sinfonia de graças. E sob o olhar vigilante do Cristo Senhor, Tu nos dá significado à vida. Sim, Ivilmar Matheus, chegaste como um anjo. De sorriso largo, de choro de vida, de suspiro de existência. Poesia em corpo de menino. Poesia de atos, atores e autores - uma peça inteira. Nunca serás um monólogo - William Shakespeare não permitiria, Nem Bertolt Brecht em todo o seu delírio. Lírios te consagramos, pequeno interprete de uma vida nascente. Que Sófocles e sua dramaturgia estejam contigo. Que Dionísio, deus do vinho e do teatro brinde conosco, No cálice que não se cala, A tua chegada: salve, salve, em minha poesia te saúdo! Paulo César, Paulo Raphael, Paulo Gabriell - e dona Marcella. Sergipe's Garden, tarde de 14.10.2012. Em tudo, louvemos o senhor Jesus.

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