SER POESIA
Leiamos poesia;
Sejamos poesia;
Tenhamos poesia...
Que em nossas veias corram versos salientes,
E num repente poetizemos o mundo.
Quão vagamundo é o mundo da poesia
Que nos leva a navegar por entre as letras
E nos remete - nos convida, é bem verdade,
A sermos poesia em pele de gente.
Urge, oxente, nos alimentarmos todo dia
De Vinicius, de Andrade e de Castro,
E nos banharmos nus na Bahia de Jorge e Zélia.
Ah, como é bom ter poesia no café da manhã,
Ou na manha de um domingo preguiçoso.
E se ainda ouço poesia é porque ouso
Ser poeta entre pedras e cimento.
Sejamos poesia;
Tenhamos poesia...
Que em nossas veias corram versos salientes,
E num repente poetizemos o mundo.
Quão vagamundo é o mundo da poesia
Que nos leva a navegar por entre as letras
E nos remete - nos convida, é bem verdade,
A sermos poesia em pele de gente.
Urge, oxente, nos alimentarmos todo dia
De Vinicius, de Andrade e de Castro,
E nos banharmos nus na Bahia de Jorge e Zélia.
Ah, como é bom ter poesia no café da manhã,
Ou na manha de um domingo preguiçoso.
E se ainda ouço poesia é porque ouso
Ser poeta entre pedras e cimento.
Paulo César Dos Santos, poeta sergipano.
Estância, Jardim Imaculado de Sergipe, 26.03.2019.
Estância, Jardim Imaculado de Sergipe, 26.03.2019.

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