ODE A IVILMAR MATHEUS
(Extensível a Lidiane Nobre Dussantus e Luiz Carlos Dussantus).
Chegaste, não como promessa, mas como bênção.
Foste aguardado, guardado, querido,
Cantado em poesia e prece.
Num cenário de renovada alegria, chegaste Ivilmar,
No palco da vida sob os aplausos de anjos.
Sim, Ivilmar Matheus: anjos de luz te aplaudem.
Sua presença de vida é um licor
A molhar-nos os lábios
E a colher no chão de noss'almas a alegria de ter-te
Conosco, em nós, em luz e vida.
Fruto do amor cúmplice de Lili e Luiz,
Tu és como o cantar do mais raro pássaro,
Em tom maior, numa sinfonia de graças.
E sob o olhar vigilante do Cristo Senhor,
Tu nos dá significado à vida.
Sim, Ivilmar Matheus, chegaste como um anjo.
De sorriso largo, de choro de vida, de suspiro de existência.
Poesia em corpo de menino.
Poesia de atos, atores e autores - uma peça inteira.
Nunca serás um monólogo - William Shakespeare não permitiria,
Nem Bertolt Brecht em todo o seu delírio.
Lírios te consagramos, pequeno interprete de uma vida nascente.
Que Sófocles e sua dramaturgia estejam contigo.
Que Dionísio, deus do vinho e do teatro brinde conosco,
No cálice que não se cala,
A tua chegada: salve, salve, em minha poesia te saúdo!
Foste aguardado, guardado, querido,
Cantado em poesia e prece.
Num cenário de renovada alegria, chegaste Ivilmar,
No palco da vida sob os aplausos de anjos.
Sim, Ivilmar Matheus: anjos de luz te aplaudem.
Sua presença de vida é um licor
A molhar-nos os lábios
E a colher no chão de noss'almas a alegria de ter-te
Conosco, em nós, em luz e vida.
Fruto do amor cúmplice de Lili e Luiz,
Tu és como o cantar do mais raro pássaro,
Em tom maior, numa sinfonia de graças.
E sob o olhar vigilante do Cristo Senhor,
Tu nos dá significado à vida.
Sim, Ivilmar Matheus, chegaste como um anjo.
De sorriso largo, de choro de vida, de suspiro de existência.
Poesia em corpo de menino.
Poesia de atos, atores e autores - uma peça inteira.
Nunca serás um monólogo - William Shakespeare não permitiria,
Nem Bertolt Brecht em todo o seu delírio.
Lírios te consagramos, pequeno interprete de uma vida nascente.
Que Sófocles e sua dramaturgia estejam contigo.
Que Dionísio, deus do vinho e do teatro brinde conosco,
No cálice que não se cala,
A tua chegada: salve, salve, em minha poesia te saúdo!
Paulo César, Paulo Raphael e Paulo Gabriell. Sergipe's Garden, tarde de 14.10.2012. Em tudo, louvemos o senhor Jesus. O tempo passa, mas o sentimento, não.


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