POEMA DE NINAR LOUROS LOUREIROS...
Às vezes escrevo poemas.
São sementes que brotam d'alma,
e afloram em minha pele trigueira.
Diante de anjos de luz em "Resgate de outras Vidas"
O meu silêncio reluz.
Que poderia dizer meus humildes poemas
Que antes de aflorarem
Se banham em suaves mares,
Marés de suaves plumas?
Com os pés molhados de versos
Segue fiel a Stephane, Loureiro, louro e eiro caminham.
São pegadas deixadas na veia
Da doce e suave areia
De uma Atalaia em versos.
Stephane vê entre as plumas
De meu poema nascido
Em berço de ouro antigo como cantigas de ninar.
Ela os ler com os olhos,
Decifra com o coração risonho
O que desejo falar em meus versos:
Que seu sorriso é esse menina?
Monalisa de tempos recentes,
Cantigas daquelas que as avós
Antes da gente dormir
Contavam em rimas perfeitas
A perfeição da existência
Que a vida nos faz refletir.
Com carinho, para Stephane Loureiro, do prof. Paulo César; Estância - Sergipe, jardim imaculado de Maria, berço de poetas e damas.


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