QUANDO DEUS NOS TORNA INSTRUMENTO: Marise E SEU AMOR TRANSFORMADOR.
Historiador-Teólogo Paulo César Dos Santos
Há muitos anos conheci Marise, ainda menina, suas irmãs, seu irmão Rinaldo Azevedo, e seus pais. Fomos amigos de infância, mas não vim falar disso. Vim testemunhar quão maravilhoso é Deus na vida dessa jovem mulher e de todos que estão ao seu entorno.
Um dia Marise encontrou Zé Nelson. O coração dela o tocou. O coração dele a tocou. Havia - e sempre haverá muitos sentimentos envolvidos quando isso acontece!
Sou amigo de Zé Nelson desde sempre. Sou amigo do passado, do presente e se Deus assim permitir, do futuro. Sabemos da nossa história e não trarei aqui por respeito mútuo, mas sei que ele me ama e que eu o amo.
Fui testemunho desse encontro de corações, de almas, de sentimentos, de verdades, de dúvidas, de inseguranças e principalmente de fé: amar e crer não são diferentes.
Zé se apaixonou por uma menina da idade dos filhos dele. E a menina se apaixonou por Zé, da idade dos pais dela (quase) e DEUS usou isso para transformar o coração e a vida do meu amigo Zé Nelson.
Deus usou uma menina, que já era mãe, para transformar a vida e o coração de um homem que já era pai e esposo. Deus os transformou no amor e na misericórdia.
Sou teólogo e afirmo que Deus nos respeita em nosso livre-arbítrio, porém Ele não nos abandona. Livre-Arbítrio não é liberdade. Liberdade, cristãmente, é quando no exercício do livre-arbítrio (recorro aos teólogos Joilson Meneses, Bruno Duran e Allan Paes de Alencar), a minha escolha coincide com a Graça de Deus.
A escolha de Marise e Zé coincidiram com a graça. Neles vejo bênçãos. Neles há bênçãos: os filhos são provas incontestáveis dessa verdade.
Hoje me bateu uma saudade de Zé e de Marise.
Eles são meus amigos, por isso esse texto se, não muito claro, honesto por desejar a felicidade deles. Que Deus os abençoe sempre


Comentários
Postar um comentário