AS IMAGENS NA IGREJA
Às pinturas, houve, inicialmente, uma tolerância maior dada à sua funcionalidade lembrada, sobretudo, pelo papa Gregório Magno no final do século VI:
“(...) lembrou àqueles que eram contra qualquer pintura que muitos membros da Igreja não sabiam ler, nem escrever, e que para ensiná-los, essas imagens eram tão úteis quanto os desenhos de um livro ilustrado para crianças. Disse ele: A pintura pode fazer pelos analfabetos o que a escrita faz pelos que sabem ler.”
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