ALMA EMPREENDEDORA: A SUPERAÇÃO DE PARADIGMAS E A CONSTRUÇÃO DO SUCESSO
Por Paulo César dos Santos
Há uma visão já há muito enraizado entre os comuns dos homens de que os
vencedores, os empreendedores de sucesso já nascem prontos, numa verdadeira e
injusta luta darwiniana em que os mais hábeis sobrevivem contra os aparentemente
frágeis que sucubem diante das adversidades as mais diversas. Fala-se de uma
alma empreendedora, que acompanha alguns privilegiados. Por muitos anos esse foi
uma paradigma insuperável, quase um artigo de fé, um dogma, mas há alguns anos -
talvez os últimos cinquenta anos - começou a se superar e a se perceber que o
sucesso é uma construção diária, e que almas empreendedoras emergem de ambientes
empreendedores e requer, muitas vezes, o rompimento de laços até mesmo afetivos,
basta vermos quantos filhos, contrariante as aspirações familiares, abandonas
cursos e faculdades tradicionais, ou simplesmente se formam e não exercem suas
profissões pelo maravilhoso sonho de empreender.
O espírito empreendedor não é intriseco, algo que acompanha o indivíduo do seu
berço ao sucesso, mas requer atitude, comportamento. Sim, comportamento. Nisso é
salutar termos em mente que sendo comportamento, deve ser trabalhado
cotidianamente, com muita disciplina, com muito compromisso com os sonhos
empreendedores e com muita responsabilidade.
Responsabilidade sim, porque o empreendedor tem que ter em mente que ele é um
servo, alguém que atende as necessidades legítimas das pessoas e não um escravo,
que só faz o que as pessoas querem - e não são necessárias. E sendo servo, o
empreendedor tem que reunir e fazer desenvolver uma série de traços essenciais e
irrenunciáveis, como a honestidade, o amor, a solidariedade, a amizade, a
fidelidade, o comprometer-se com o outro, o sonhar... Não estou falando de
casamento, mas de empreendedorismo. Isso mesmo. As exigencias do
empreendedorismo em muito se assemelham as exigencias do matrimonio. Essa
analogia se faz necessário para que percebamos que, ao assemelhar-se com o
matrimonio, o empreendedorismo se realiza em seus frutos - ou filhos.
Plantar uma árvore, escrever um livro e gerar um filho já não é o grande
paradigma, apesar de importantes, mas o empreender que significa também envolver
as pessoas, apaixoná-las, encantá-las, faze-las cumprices de nossos projetos, de
nossos sonhos. Mas intenção só não basta. Ação empreendedora. É isso que importa
acima de qualquer projeto, pois se não for para construir de que valerão os
construtores, ou como bem diz o salmista, se Deus não construir a nossa casa em
vão trabalharão seus construtores. O recado foi dado. Um abraço empreendedor a
todos...
Prof. Paulo César dos Santos
Instituto Nobre de Qualidade, Imagem e Conceito
www.institutonobre.com.br
Há uma visão já há muito enraizado entre os comuns dos homens de que os
vencedores, os empreendedores de sucesso já nascem prontos, numa verdadeira e
injusta luta darwiniana em que os mais hábeis sobrevivem contra os aparentemente
frágeis que sucubem diante das adversidades as mais diversas. Fala-se de uma
alma empreendedora, que acompanha alguns privilegiados. Por muitos anos esse foi
uma paradigma insuperável, quase um artigo de fé, um dogma, mas há alguns anos -
talvez os últimos cinquenta anos - começou a se superar e a se perceber que o
sucesso é uma construção diária, e que almas empreendedoras emergem de ambientes
empreendedores e requer, muitas vezes, o rompimento de laços até mesmo afetivos,
basta vermos quantos filhos, contrariante as aspirações familiares, abandonas
cursos e faculdades tradicionais, ou simplesmente se formam e não exercem suas
profissões pelo maravilhoso sonho de empreender.
O espírito empreendedor não é intriseco, algo que acompanha o indivíduo do seu
berço ao sucesso, mas requer atitude, comportamento. Sim, comportamento. Nisso é
salutar termos em mente que sendo comportamento, deve ser trabalhado
cotidianamente, com muita disciplina, com muito compromisso com os sonhos
empreendedores e com muita responsabilidade.
Responsabilidade sim, porque o empreendedor tem que ter em mente que ele é um
servo, alguém que atende as necessidades legítimas das pessoas e não um escravo,
que só faz o que as pessoas querem - e não são necessárias. E sendo servo, o
empreendedor tem que reunir e fazer desenvolver uma série de traços essenciais e
irrenunciáveis, como a honestidade, o amor, a solidariedade, a amizade, a
fidelidade, o comprometer-se com o outro, o sonhar... Não estou falando de
casamento, mas de empreendedorismo. Isso mesmo. As exigencias do
empreendedorismo em muito se assemelham as exigencias do matrimonio. Essa
analogia se faz necessário para que percebamos que, ao assemelhar-se com o
matrimonio, o empreendedorismo se realiza em seus frutos - ou filhos.
Plantar uma árvore, escrever um livro e gerar um filho já não é o grande
paradigma, apesar de importantes, mas o empreender que significa também envolver
as pessoas, apaixoná-las, encantá-las, faze-las cumprices de nossos projetos, de
nossos sonhos. Mas intenção só não basta. Ação empreendedora. É isso que importa
acima de qualquer projeto, pois se não for para construir de que valerão os
construtores, ou como bem diz o salmista, se Deus não construir a nossa casa em
vão trabalharão seus construtores. O recado foi dado. Um abraço empreendedor a
todos...
Prof. Paulo César dos Santos
Instituto Nobre de Qualidade, Imagem e Conceito
www.institutonobre.com.br

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