PRECE DE UM POETA SERGIPANO A DEUS UNIVERSAL
HÁ DIAS que suspiro poesia. REZO poemas de minha alma morena. ESCREVO banhado de luz e fé. COMO MEU DEUS É BONDOSO. Faz de mim rezador de poemas. Rezador de ramos de oliveira. COMO MEU DEUS É PRESENTE. E pressente que minha ALMA A ELE ENTREGO. MINHA poesia é um diálogo com DEUS. Conversar de amigo, de filho com pai, de irmãos que dividem o Pão e a Alegria. MEU POEMAR é navegar em poesia. MEU Navegar é poemar em preces curtas. CURTO O MAR que contemplo da PRAIA. COMO MEU DEUS É QUERIDO. Imagino um Deus antropomórfico, de barbas longas e brancas como PAI PRETO. Imagino o RISO DE DEUS, sorriso de LUZ, cercado de crianças pequenas que lhe puxam o MANTO E A BARBA. Barbara alegria toma conta de MEU DEUS quando brinca com os pequenos. E EU, aos seus pés não por mérito mas por clemência RECITO meus poemas escritos pela MANHÃ. Faço manha de menino CRESCIDO. DEUS é BOM. E isto basta a minha alma poética.

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