QUEM É O JUIZ QUE ENFRENTOU O WHATSAPP?
Marcel Maia Montalvão é um homem discreto, filho de um ex-engraxate, e que graduou-se em Engenharia Química em 1977 pela Universidade Federal de Sergipe, saindo de lá já empregado no setor petroquímico e sendo considerado uma das maiores autoridades mundiais em lodo de petróleo, porém no final dos anos 1980 sofreu um acidente na plataforma e deve que retornar para Sergipe.
Na Era Collor, perdeu tudo que tinha por conta do bloqueio da poupança promovida por aquele governo.
De cadeiras de rodas em função do acidente, aos 40 anos de idade passou a viver com uma mesada do pai aposentado, mas assim que saiu da cadeira de rodas veio morar em Estância, onde passou a lecionar Matemática.
Com seu salário de professor, custeou seu curso de Direito na Universidade Tiradentes e três anos depois de formado foi aprovado em 15ª colocação para Juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Sergipe, tendo sido Juiz em Estância e também Juiz Eleitoral.
Em Estância, tornou-se conhecido pelo seu combate à Pedofilia e ao comércio de Entorpecentes, sendo jurado de morte por muitos marginais.
Muda-se para Lagarto, onde assume a Vara Criminal da Comarca, onde mantém sua luta diuturna contra o narcotráfico. Mais uma vez é jurado de morte e passa a viver escoltado, usando colete balístico e carro brindado.
Perfeccionista, é um exímio Processualista Penal e um homem que antes de condenar ou absolver, busca ouvir os réus com humano olhar. É, segundo testemunhos, um homem discreto, estudioso, simples e trabalhador. Costuma chegar cedo ao fórum e é dos últimos a deixar o trabalho.
A foto que ilustra esse texto foi da internet, pois é uma raridade Doutor Marcel Maia se deixar fotografar, dado tratar-se de um homem discreto.
Ao enfrentar o Whatsapp, que se nega - segundo sua defesa por falta de condições técnicas, a fornecer informações comunicações havidas entre integrantes de uma suposta organização criminosa, Doutor Marcel Montalvão chamou para si os olhos do mundo e foi vítima de pessoas que possuem indeclinável preconceito pelos nordestinos.
Esse é um pequeno perfil do homem que calou o Whatsapp, e a quem nos solidarizamos em sua luta pela Justiça e pela Ordem.
Na Era Collor, perdeu tudo que tinha por conta do bloqueio da poupança promovida por aquele governo.De cadeiras de rodas em função do acidente, aos 40 anos de idade passou a viver com uma mesada do pai aposentado, mas assim que saiu da cadeira de rodas veio morar em Estância, onde passou a lecionar Matemática.
Com seu salário de professor, custeou seu curso de Direito na Universidade Tiradentes e três anos depois de formado foi aprovado em 15ª colocação para Juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Sergipe, tendo sido Juiz em Estância e também Juiz Eleitoral.
Em Estância, tornou-se conhecido pelo seu combate à Pedofilia e ao comércio de Entorpecentes, sendo jurado de morte por muitos marginais.
Muda-se para Lagarto, onde assume a Vara Criminal da Comarca, onde mantém sua luta diuturna contra o narcotráfico. Mais uma vez é jurado de morte e passa a viver escoltado, usando colete balístico e carro brindado.
Perfeccionista, é um exímio Processualista Penal e um homem que antes de condenar ou absolver, busca ouvir os réus com humano olhar. É, segundo testemunhos, um homem discreto, estudioso, simples e trabalhador. Costuma chegar cedo ao fórum e é dos últimos a deixar o trabalho.
A foto que ilustra esse texto foi da internet, pois é uma raridade Doutor Marcel Maia se deixar fotografar, dado tratar-se de um homem discreto.
Ao enfrentar o Whatsapp, que se nega - segundo sua defesa por falta de condições técnicas, a fornecer informações comunicações havidas entre integrantes de uma suposta organização criminosa, Doutor Marcel Montalvão chamou para si os olhos do mundo e foi vítima de pessoas que possuem indeclinável preconceito pelos nordestinos.
Esse é um pequeno perfil do homem que calou o Whatsapp, e a quem nos solidarizamos em sua luta pela Justiça e pela Ordem.

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