CRISE DO RACIONALISMO HISTORIOGRÁFICO
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A historiografia ocidental, após duas guerras de proporções mundiais, experimentou a desesperança, o fim do mito de que os avanços das ciências e da tecnologia levariam indubitavelmente a dias melhores para toda a humanidade.
As duas Grandes Guerras tornaram visíveis a escandalosa condição humana, a fome como fenômeno quase que invencível e irreversível, o fim do otimismo, e a morte como paradigma, basta termos em vista o Holocausto e o acontecimento da Bomba Atômica em Hiroshima e Nakasaki.
Esse é o momento da chamada CRISE DO RACIONALISMO HISTORIOGRÁFICO.
Não podemos olvidar que a modernidade sempre se relacionou com as ciência por meio do otimismo.
Desde o guia linguístico de Hayder White à proposta de cientificidade de Carlo Guinzburg, bem como o estruturalismo historiográfico são todos objetos de questionamentos e revisões metodológicas.
A Crise do Racionalismo Historiográfico chegou tardiamente ao Brasil, por volta dos anos de 1980, notadamente nos grandes pólos de estudos historiográficos, como a Universidade de São Paulo que somente respirará ares novos com a sua nova gala de pesquisadores, como Marcos Cézar de Freitas, Laura de Melo e Souza, Laima Mesgravis, Maria Odila Silva Dias, Isabel Marson, Suely Robles Queiroz, Maria de Lourdes Janotti, Claudio Batalha, Mary Del Priore, Maria Stella Bresciani, Paulo Miceli, Claudio Batalha, Vavy Pacheco Borges, Maria Helena Capelato e tanto outros historiadores uspianos.
______________________________________________ ¹Paulo César dos Santos, 45 anos, jornalista filiado à Associação Sergipana de Imprensa, presidente do INBRAP - Instituto Brasileiro de Pesquisa de Opinião Pública, bacharelando em Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe e Graduando em História pela Universidade Estácio de Sá. Pesquisador independente de Filosofia e Direito.

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