LUZIA, ANA, SOFIA: QUAL DELAS O BEIJO?
QUANTOS TOQUES de amor serão precisos, para escrever COM LETRAS claras o seu nome? E QUANTOS BEIJOS meus serão perdidos EM BUSCAR SUA BOCA TÃO LEVE, ANA? ONDE há de luzir o que LUZIA, que noutras bocas me negam o que na sua encontro? E QUANTOS ABRAÇOS se entrelaçam nas manhãs em que ANGÉLICA imagem lhe dá esperança? SE OUTRORA de SOFIA era minha busca, me dou por ignorante finalmente? OH, triste sina a de ser poeta e analfabeto de AMORES, amoras nuas. ________________
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Paulo César dos Santos, poeta sergipano.

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